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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A crise do shortinho

(por André Burger -  Professor) 
“Parece que Porto Alegre está em outro planeta ou no mínimo em outro país. O Brasil vivendo uma das piores crises de sua história e a capital gaúcha uma onda de violência nunca vista. Os problemas da cidade são vários e se acumulam, no entanto, a grande discussão local é se as estudantes do Colégio Anchieta podem ir as aulas de short. 

Isso mostra bem a esquizofrenia do porto-alegrense. Ora o Anchieta é um colégio de orientação religiosa e principalmente privado. Cabe a ele definir como os alunos devem se comportar e vestir. Se estipularem que é de batina assim deve ser, os incomodados que busquem outra escola.

Cada um decide as regras na sua casa (propriedade) e naturalmente deve arcar com as consequências disso. Se as meninas gaúchas acham que é mais importante andar de short que estudar naquela escola que busquem uma que aceite isso. E vamos discutir o que interessa, que certamente não é uma bunda adolescente.”

3 comentários:

Anônimo disse...

concordo bom comentario,por isso o brasil esta assim vivemos uma crise ideologica que e mais perigosa que a crise economica ja temos as cotas do odio a lei das palmadas ,,o ano passado tentaram empurrar nas escolas a tal ideologia de gernero que a bancada evangelica derrubou,sem falar no projeto do governo federal que atraves do mec quer implantar uma serie de livros e materiais pornograficos nas escolas para criancas de seis anos em diante ver,imaginem a hora que os pais descobrirem esse material ,o deputado jair bolsonaro que defende a familha mostrou esse material e eu digo uma coisa isso e um escarnio uma afronta a familha brasileira.....*esse material ja entrou em algumas escolas *cuidado acorda tu que dormes as sombras do comunismo ja avancam sobre a patria......bolsonaro presidente 2018 ou seremos com certeza uma venezuela..........

Anônimo disse...

Parabéns falo a verdade escola não é Praia.

Anônimo disse...

SOU DO TEMPO QUE PROFESSOR TINHA VOZ NA SALA DE AULA, BOTAVA ALUNO DE CASTIGO ATRAS DA PORTA, PUXAVA NAS ORELHAS E DAVA COM RÉGUA NOS DEDOS, NÃO PERDI NENHUM PEDAÇO, PELO CONTRÁRIO APRENDI A DAR VALOR PARA MUITAS COISAS QUE A VIDA APRESENTA COMO DESAFIO PARA TODOS NÓS. MAS SOBRE ESSA HISTÓRIA DE SHORTINHO, EU DIGO O SEGUINTE: "VÃO ESTUDAR, BANDO DE FILHINHOS DE PAPAI"...

Editores

João Lemes
Éder Alves
Nova Pauta