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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Nova Pauta - Opinião

(Vulmar Leite - ex-prefeito de Santiago)
O argumento falacioso de que a presidente Dilma é uma pessoa honesta não está sendo considerado no exame do impeachment, pois este atributo deve ser uma característica pétrea no caráter e na índole do cidadão e do gestor público.
A autodefesa da presidente Dilma, e de alguns dos seus seguidores, de que é uma mulher honesta é absolutamente equivocada e descontextualizada do foco em que se fundamenta o pedido de seu afastamento da presidência da república.

O que consubstancia o pedido de impeachment é a sua incompetência como gestora pública, sua incapacidade de compreender adequadamente os processos políticos, sociais e econômicos; e de formular, articular e executar políticas públicas em harmonia com o ordenamento legal e orçamentário do país. São esses os aspectos considerados para propor a destituição de Dilma da investidura presidencial.

3 comentários:

  1. volmae meu caro... pra quem foi prefeito, lamentavel o senhor - Os seus argumentos tb nao justificam impeachment - O senhor nao le e não ouve -
    “Se considerarmos que é uma operação de crédito, o que eu discordo, seria apenas uma violação ao artigo 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal, não seria um atentado à Constituição e nem à lei orçamentária. Ou seja, não é motivo de impeachment. Toda infração à Lei de Responsabilidade Fiscal enseja crime comum, e crime comum cometido por presidente começa no STF, não tem que começar na Câmara. Por incrível que pareça, esse artigo 36 da LRF é atípico, não tem pena prevista. Não prevê nem o pagamento de multa administrativa. Pedalada não tem nada a ver com crime de responsabilidade”.

    “O pedido de impeachment foi feito por um penalista. No caso da lei orçamentária, é imprescindível a entrada de um especialista em direito financeiro e direito orçamentário, que estuda crédito público, despesa pública, receita pública e orçamento”.

    “Estão confundindo com uma operação de crédito porque estão considerando que o destinatário da unidade orçamentária é a credora, mas a credora é a Nação, é a sociedade. Os recursos orçamentários ficam concentrados no Tesouro Nacional e são disponibilizados à medida da necessidade e dentro da programação. Se a unidade não fez a programação, não faz jus ao recebimento. A União não deve um tostão a quem quer que seja. Ninguém é credor”.

    E AGORA, VULMAR?

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  2. É isso sr. Vulmar; só que vai ter GOLPE. O PT é capaz de tudo.

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  3. Ja se instalou um golpe em cima de outro... essa é a cara do Brasil, pior: ELES sabem disso e estão emporcalhando o país, mais uma vez nas barbas da comunidade internacional!

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