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segunda-feira, 16 de maio de 2016

Venda de atestados em Jaguari segue repercutindo

Médicos garantem que agiram corretamente 

O médico Joélton da Silva disse que agiu corretamente
 A Promotoria segue investigando as supostas vendas de atestados para se conseguir vacina contra a gripe A. O caso ganhou repercussão porque alguns ligaram à Rádio Gaúcha dizendo que muitas pessoas ganhavam vacina do governo mesmo não sendo do grupo de risco. Jaguari é uma das cidades onde teria havido essas vendas. Pelo menos dois médicos foram citados em reportagens da RBS, Gaúcha, site da Globo e depois no jornal Expresso, mas eles negaram que tenham agido de má fé.

'Nunca orientados para 
que buscassem em postos'
"O clínico geral Joelton da Silva disse à RBS que alguns documentos foram cedidos para pessoas com outras doenças. "Sempre orientamos que, nesses casos, elas teriam que conseguir a vacina de forma particular. Nunca foram orientados a buscar em postos", explica o médico.

 'R$ 30 em vez e R$ 200'
O médico João Francisco da Silveira também afirma que só fornecia receita para os do grupo de risco ou quem pretendia se imunizar em uma clínica particular, mas em outras cidades. Ele explica ainda que o valor de 30 reais foi estipulado para que não fosse cobrada a consulta, de 200. "Como era só para ver se a pessoa precisava de vacina ou não, pagaria apenas 30 em vez de 200, mas nós não mandamos no posto. Se eles conseguiram na rede pública, que bom", justificou ele.

Uma das que reclamou
Milena Domênico relatou à RBS que as vacinas acabaram e ela ficou sem devido a essas vendas de atestados a quem não tinha doença nenhuma. Essa denúncia foi confirmada na mesma reportagem por uma secretária de um consultório. Ela garantiu que conseguia o atestado pelos 30 reais, mesmo que a pessoa não tivesse doença, só que a fila já estava grande.

Veja a reportagem do RBS Notícia 

Quem tinha atestado ganhou a vacina
Em Jaguari a vacinação é feita somente pela rede pública e de acordo com secretario de saúde, Anizio Feliciani, em alguns atestados entregues pelos pacientes não estava escrito o tipo de doença e nem se a pessoa estava no grupo de risco. Aí o paciente era questionado se tinha algum tipo de risco, recebia a dose. "Eram bastante atestados realmente, e nós pensamos que a autoridade para determinar se o paciente precisa ou não é o médico, e todos que vieram com suas receitas foram vacinados", disse Feliciani.

2 comentários:

Anônimo disse...

Oh Jaguari querida, além disso tem um vice-prefeito que é um grande prestador de contas... Que saudades tu me faz Padre Nelson!

Anônimo disse...

Os médicos tentando explicar o que não dá.kkkkkkkkkkk

Editores

João Lemes
Éder Alves
Nova Pauta