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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Giro crítico e noticioso

Guilherme  Bonotto (oposição) visitando amigos e eleitores.
Tiago Gorski (pelo PP e o partido de Sandro Palma)
 foi a vários eventos.
(João Lemes)
A semana será ótima para o trabalho. Depois de uma boa chuva no sábado para domingo, os dias serão secos e com temperaturas agradáveis. Os candidatos também aproveitam para fazer as visitas.

Pokémon - Gente, não dá mais pra aguentar essa brincadeira. Já encheu o saco! Vamos achar outra coisa?

Trânsito - Uma cidadezinha como Santiago não deveria ter tantos acidentes. No domingo, outra idosa foi atropelada na Sete, e logo depois do quebra-molas. A moça não tinha carteira, mas pagou mil reais de fiança e foi pra casa. A senhora ainda está no hospital.

Obs. Há poucos meses outra senhora ficou toda quebrada quando uma moto a pegou em cima da faixa, na mesma rua.  

Tragédia no Estado
O Estado chora a morte dos dois irmãos santiaguenses em Caixas. Um deles, conforme noticiado no site do Expresso, teve um surto psicótico e atirou no outro, na irmã e depois na sua própria cabeça. Nessas horas sempre vem a pergunta: o que essa pessoa fazia com arma em uma festa?

Armas, para que as quero?
Olhem as estatísticas: raramente alguém consegue se defender com uma arma ou evitar roubo. O que acontece é de o ladrão levar sua arma ou alguma tragédia como essa acontece. O problema é que as pessoas têm um conforto psicológico, uma coragem, uma sensação de segurança ilusória quando andam armadas. E não adianta discutir. Eles só vêm aquilo que querem ver...

6 comentários:

Anônimo disse...

Realmente arma para o cidadão de bem não adianta, tem que ser pena de morte para os criminosos, aí o Brasil volta a ter um pouco da qualidade de vida que tanto queremos.

Anônimo disse...

Armas e canetas em mãos erradas tem o mesmo efeito. Vemos os marginais com armas, e o Poder Legislativo e o Judiciário com a caneta.

Anônimo disse...

Amigo,vendo sua postagem "armas pra que as quero"eu respondo,quero pra defender minha casa no interior da cidade onde policia só passa se for pra procurar algum morador que tenha matado um tatu,quero pra quando chegar um vagabundo na madrugada eu esteja preparado pois pra defender minha familia eu atiro antes e pergunto depois,se o senhor João Lemes,é contrario a arma guarde pra si não tente em todas as ocasiões possível alardear sua ideia,se o senhor não gosta de arma não a tenha,e deixe que cada um decida o que quer o senhor não é a voz da razão.

Paulo disse...

Essa ideia de desarmamento é uma falácia e esse pensamento de que a culpa é das armas é um pensamento muito reducionista, quantos casos tivemos em nossa cidade, onde os crimes foram cometido com facas, machados e até automóveis foram usados como meios para agredir, existem estudos sérios principalmente fora do Brasil que provam que a violência não está relacionada com o número de armas, precisamos ampliar esse horizonte de discussão.

Anônimo disse...

no canadá o acesso a armas é facil e não há crimes. Mas voces nem sabem onde fica o canadá né? Vao estudar antes de dar opiniao

João Lemes disse...

Sim, o Brasil tem até uma educação parecida com a do Canadá. Basta seguir o exemplo do que dá certo lá que dará certo aqui. Ótima ideia!

Editores

João Lemes
Éder Alves
Nova Pauta