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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Prefeituras: cadê os bons de serviço?

(por Velton Freitas) *
Nova Esperança - A escassez de gente nova na política está cada vez maior. Pior ainda é achar administradores natos que queiram cuidar de um município com pouco dinheiro e com o Tribunal de Contas (TCE) como pedra no sapato. Se a pessoa tiver um bom patrimônio, aí sim fica mais complicado. Em Nova Esperança, por exemplo, Eugênio Manenti, Ivori Guasso e até Ademar Crestani (Choquito) desistiram de concorrer para não colocar o patrimônio em risco devido às altas multas do TCE. Afinal, por que ganhar pouco mais de 8 mil por mês e correr o risco de pagar mais de 50 mil por erros? Assim fica fácil para aquele que não tem nenhum pinto para dar água.
* (Expresso de São Vicente e Nova Esperança)

3 comentários:

Anônimo disse...

O agente público sabe quando está agindo em desacordo com a lei na maioria das vezes não é por má fé e para atalhar a burocracia do serviço público .
Outra situação também é querer administrar o bem público como administra os seus bens, numa empresa privada o proprietário faz o que quer em um órgão público só pode fazer o que a lei determina é aí que as vezes falta criatividade .

Anônimo disse...

O pior é os municípios que tem candidatos novos, mas do lado de um candidato tem muitos pintos, e para dar ração completa e não só água.

Anónimo disse...

Assim desta forma sobra so os interessados em uma tetinha visto sua incompeticia para pode gerir algum património ou seja só os incompetentes.

Editores

João Lemes
Éder Alves
Nova Pauta