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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Giro crítico e noticioso

A Feira do Livro vai até domingo, 13. Foto: Éder Alves
Vamos pra feira?
Santiago revive a sua feira do livro que começou ontem e vai até domingo na Estação do Conhecimento. Muitos lançamentos, shows, presença de livreiros de várias cidades. Tem de tudo lá, até praça de alimentação. Vamos?

UFSM praticamente sem aula devido à ocupação dos prédios pelos estudantes contrários à PEC do Teto. 

E 13º salário segue encruado
Sartori gasta todas as fichas com o governo federal para conseguir pagar o 13º salário. Há duas alternativas (as duas dependem de Temer): o financiamento pelo Banco Nacional (BNDES) e o dinheiro vindo do ressarcimento pela reformas em estradas federais executadas pelo Estado na década de 1980.

Cadê o Mário? (Jardel)
Vai para um ano a lenga-lenga envolvendo o ex-jogador e ainda deputado Mário Jardel. Ele é acusado de receber parte dos salários dos colegas de gabinete, pegar diárias sem viajar e gastar tudo em drogas. A Assembleia tenta cassá-lo há meses, só que o cara usa um fardo de recursos judiciais para atrasar tudo. Agora ele nem é encontrado para ser intimado das ações. Vê se pode: usam a justiça para trancar a justiça.

No que vira um homem entregue às drogas. Teve chance dada pela torcida do Grêmio que o elegeu e de que adiantou?

O Expresso vem aí
O jornal Expresso está quase pronto e trará uma série de reportagens especiais sobre muitos assuntos que não veicularam em outro órgão de imprensa de Santiago.

Hoje à noite (9:45) tem Brasil e Argentina em Minas Gerais pelas eliminatórias para a Copa da Rússia. Messi está de volta. E o Tite, com isso?

Lixo social
Ninguém mais consegue esconder um problema social grave aqui no sul. Não temos lugar para mais ninguém nas cadeias. Os novos presos ficam nas viaturas, nas delegacias e até acorrentados em lixeiras pelas ruas de Porto Alegre. Como solução o secretário de segurança vai implementar contêineres. É ou não é o nosso lixo social que não consegue mais ser escondido embaixo do tapete.

1 comentários:

Anônimo disse...

É só cumprir a lei e não fazer nada de errado que o cidadão nunca vai passar por uma situação dessas, muitos ficam com pena desses condenados por estarem assim, mas esquecem do que eles fizeram para estar nessa situação, por isso é que tinha que ter pena de morte, sobraria vaga nos presídios, o estado não iria gastar tanto com os presos, e o mais importante o condenado jamais voltaria a cometer novos crimes, só vantagens.

Editores

João Lemes
Éder Alves
Nova Pauta