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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Poucas e boas da sexta-feira

De dono da capa
Este é o histórico Júlio Ruivo que em 30 anos de vida pública nunca se ouviu nem se viu nada que desabonasse sua conduta. Em tempos atuais, cara fechada, sério, pouco político não são adjetivos pejorativos, são elogios! Vejam o que ele tem a dizer pelo Expresso, uma capa pela qual ele fez por merecer.

Vem cá! Na prefeitura de São Chico, os bens que não destruíram agora sumiram. Sumiu até um Mercedes BENS! Estão brincando mais uma vez!

Não tem choro e não tem vela, Sartori vara o ano metendo pacotaços e pataços no nosso lombo! Riiinnnchhh!!!

Uma das propostas do Sartori era o repasse de dinheiro ao Tribunal de Contas, Judiciário, Promotoria e Assembleia ficasse sujeita ao repasse de duodécimo (ou seja, repartir a miséria).

Hoje eles recebem o dinheiro integral, de maneira obrigatória, sem parcelamentos ou atrasos.

O Sartori é obrigado a cumprir isso, mas queria mudar a bolachinha. Mas olha só quem andava perambulando DENTRO da Assembleia, no meio dos deputados, no dia da votação!                      

Os caras da fundações se fu, mas o Tribunal de Contas segue com as contas em dia.                      
E tem mais:

Veja o que disse o Bianchini
Cobrar de Quem?
Uma das principais medidas propostas no pacote do Governo Sartori foi rejeitada nesta madrugada pelo Parlamento Gaúcho; trata-se da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 260/2016 que previa a distribuição orçamentária, duodécimo, destinadas aos Poderes Legislativo; Judiciário; Ministério Público e Defensoria Pública, ficariam condicionados e proporcionais à Receita Corrente Líquida efetivamente arrecadada.

Pela legislação atual, a distribuição do duodécimo ocorre de acordo com o valor orçado no ano anterior.

Esta fórmula é injusta e traz desvantagens ao Poder Executivo porque a arrecadação do ano vigente é sempre inferior ao valor orçado para cada poder, tendo que o Poder Executivo amargar com o prejuízo. Esta afirmação é comprovado por estudos dos repasses ocorridos nos últimos dez anos.

A realidade do Estado hoje se evidencia com um Poder Executivo em grave crise financeira e os outros Poderes privilegiados.

A partir desta rejeição, defendo que a cobrança do atraso dos repasses aos hospitais e pagamentos de fornecedores, também do parcelamento dos salários dos funcionários públicos, caso ocorram no ano de 2017, deverá começar pelos deputados que rejeitaram a proposta, antes de baterem na porta do Poder Executivo.

Claro que votei convicto pela aprovação da nova proposta do duodécimo.

Um comentário:

  1. Na véspera de natal está em P. Alegre? Qdo. há interesse até a vontade de ficar lá aparece.

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