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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Crime de Capão do Cipó: advogado contesta as versões apresentadas


O advogado e comunicador Júlio Prates publicou um artigo sobre o assassinato do casal cipoense Alacir e Dete Dessoe (foto abaixo). Ele não acredita na versão apresentada para a morte do secretário e sua esposa. “Não estou criticando o excelente trabalho da Polícia Civil”, mas tenho dúvidas porque estive em Capão do Cipó e conversei com muitas pessoas”, diz ele. E vai além dizendo que a Polícia Civil deveria dar uma coletiva para a imprensa em vez de ficar largando coisas pingadas para este ou aquele.
Obs. Será que Prates está tentando dizer que certos políticos têm privilégios nas informações?

Advogado vai a fundo no caso
O escritório do advogado Júlio Prates assumiu o inventário da família e diz saber como as coisas eram conflitantes, pois era amigo da família. “Não acredito na tese do acaso. Seria fatalidade demais; o encontro dele e sua esposa com os marginais do açude, justo no dia em que a filha do casal não estava. Coincidência incrível! O sangue na casa e a casa fechada é outro ponto que não bate. O que aconteceu, afinal, que os corpos apareceram longe da casa? Os bandidos fecharam a casa com tanto zelo? Por que não levaram as joias?”, questiona o advogado. E prossegue:

Perguntas sem respostas
“Havia mais alguém na cena do crime? Mais bandidos? Quantos? Quem? Por que os presos até agora não delataram os demais envolvidos? Ou não houve mais alguém? Teriam mandantes? Alacir era um homem rude, muito forte, tinha muita força, era dado às lides rurais. Será que ele morreu assim banalmente pelas mãos de um fracote, portador de HIV?” Se foi morte por afogamento? A perícia vai indicar! Por outro lado, onde o corpo de Dete foi encontrado não havia vestígio de lutas. Tudo indica que ela foi desovada naquele local. Isso que dizer que alguém a carregou. E as marcas das pisadas no local barrento?

Quem telefonou 
para Alacir?
“Alacir estava no Passo do Tibúrcio, na propriedade dos Weimann, quando recebeu uma ligação e pronunciou, em tom angustiado, ‘já estou indo, já estou indo’. Quem ligou para ele e que ligação foi esta?”

Carro misterioso?
“As filmagens das câmeras da Agrofel indicavam que o carro de Alacir passou no local logo após as 18h. A pergunta: havia mesmo um carro seguindo o carro de Alacir? Independente disso, o fato é que ele foi atraído por esta ligação. De quem era essa ligação? Esta questão é chave!”

Criança viu tudo?
“E  o fato de a filha do casal não estar justamente no dia, será mera coincidência ou alguém sabia que ela não estava?  Por fim, uma criança de 4 anos, filha do casal assassino, presenciou tudo. Ouvida pela psicóloga (declino de citar o nome) teria contado o que viu, especialmente aspectos do crime em si”, argumenta o advogado.


10 comentários:

  1. Ninguém acredita, impossível uma formiga matar um elefante, o cara deve ter uns 55kg o outro no mínimo uns 80kg, o assassino tinha aids ou que morreu um gringo forte acostumado a correção saco de soja brincando . Nada fecha . Acho que tudo que a polícia fez está certo mas incompleto . Falta coisa ou coisas

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  2. EU NÃO SOU ADVOGADO, E TENHO POUCO ESTUDO MAS DESDE O COMEÇO EU DISSE ESSA HISTORIA TA MAL CONTADA!

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  3. Isso aí vai dar muito pano para manga,no mínimo tem gente graúda envolvida nisso.

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  4. crime terrivel,sera que nao cabia uma pena de morte para esses vagabundos ,para o casal teve pena de morte ,fiquei sabendo que uma das filhas do casal morto criticou o bolsonaro nas redes sociais a tempos atraz ,sera que hoje com esse crime ela nao pensa diferente,-quando poupamos os lobos sacrificamos as ovelhas-

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  5. Mas se tem ligação no telefone do Seu Alacir é so pedir rastreamento das ligações recebidas pela empresa, e q teve mais gente teve n precisamos ser da PC,para que um frangote daqueles fizesse o k fez ainda mais com duas pessoas, como tu mesmo disse acostumado com as lidas, vamos clamar por justiça!

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  6. concordo nossa justica nao existe mais ,esse vagabundo em pouco tempo estara na rua sem dizer que la na cadeia ele tem tudo de regalia ate vizita intima, mas o que me deixa mais triste e saber que o supremo tribunal esta junto ao governo discutindo soltar grande parte dos presos do brasil entao pessoal essa baderna essa guerra nao declarada esta longe de terminar e pelo jeito as vitimas serao sempre os bons 'prefiro as cadeias entupidas de criminosos do que o cemiterio cheio de inocentes-'

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  7. Estre.ismo policial sem se importar com a verdade? A polícia está sucumbindo e deixando a desejar há muito tempo... Júlio Prates fez levantamentos importantes e às claras, acho importante isso. Fica em débito a Polícia com relação à comunidade e, principalmente, a família em luto. Cuidado com o estrelismo e a sede de se exibir a partir do mal feito!!!

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  8. Por necessidade, já fui à Delegacia de Polícia Civil e o que vi foi um monte de gente se mostrando, querendo parecer policiais de séries de tv, inclusive quando usam óculos de sol dentro do recinto ou ficam pegando em armas para meter medo em alguém. Tem até tatuados com colete kkkkk ridículo!!! Pior ainda é o condicionamento físico e a idade dos que estão ali: nada de sangue novo; o ambiente É PÉSSIMO E DEFASADO, sem tecnologia, organização e privacidade no atendimento: ali as pessoas se tocam, se roçam cara a cara e corpo a corpo com marginais que chegam ou com qualquer tipo de pessoa perigosa. Realmente, falta muito ali dentro!!!!!

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  9. Esse advogado esta indo a caminho certo, tem muita sujeira por baixo do tapete. É só investigar bem. E digo mais; vai cair a casa pra esses cara, esses não vão muito longe. Quem semeia o mal vai colher o fruto do mesmo.
    Parabéns ao Dr. Julio Cesar e a Policia Civil, pelos trabalhos excelentes. A comunidade de Capão do Cipó tem sede de justiça. Esses criminosos não escaparão impunes.

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  10. Vai em frente Júlio és um excelente profissional.
    Quanto ao trabalho da Polícia Civil algumas vezes deixa a desejar, principal na parte pericial, que é precário, dependendo do Policial quer mesmo é "se achar". Exemplo disso é o caso do Vandré, qual o resultado e conclusão do inquérito?

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