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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Pérolas da Câmara de Santiago

(J.Lemes)
Os debates ficaram no âmbito do fecha Daer, não fecha Daer. Ficaram em torno dos eventos e dos problemas de rampas e calçadas. Pra não dizer que foi só água morna, o velho Gildo de Guerra (PP) deu uma abotoada na Administração do PP, que só vendo... Atracou o facão no toco e deixou tremendo o cabo.

Parte contarei agora; parte contarei no Expresso. 

Tchau, Daer!
Acho lindo quando vereadores como o Peru (PP) dizem: "Não vamos deixar fechar o Daer!". Acho mais lindo ainda quando uma coerente Eva Müller (PMDB) e um Gildo (PP) linguarudo falam a verdade: "O governo não retrocede. Do Daer vai restar muito pouco em Santiago. É a realidade!". (Eva).

O Daer só falta enterrar
"O Daer era uma entidade enorme em Santiago e seu 'falecimento' não é de agora. É de muito tempo. E hoje pouca coisa sobra para a entidade. O município assumiu quase tudo. Infelizmente vai fechar. Eu trabalho com dados reais!". (Gildo).

Está aí a verdade. Nada de mentir ou dizer que vereador vai evitar fechamento só porque foi iludido por outro político do governo que está lá só para fazer lobby.

Muito cacique
e pouco índio
Gildo não sossegou e enveredou a artilharia contra a atual administração dizendo que ela também tem que tomar medidas drásticas. "Tem órgãos da prefeitura que estão só dando prejuízo. Alguns têm chefe, coordenador e nenhum funcionário pro chefe e o coordenador coordenarem", disse Gildo.

Depois ainda não "se sofreu" e lascou algo sobre uma  licitação que a prefeitura fez para mandar arrumar todos os veículos. (Veja tudo completo na edição de sexta do Expresso)

Clairton 'calçado'
O vereador Clairton (PSDB) falou das rampas de novo. Se tem rampa na calçada, não tem nas lojas; se há nas lojas não tem nas calçadas.

O bom Davi
Davi (PP) também topou o tema. Aliás, ele topou foi nas calçadas sem fundamento. "A calçada deve constar na planta do imóvel para ser padronizada. Depois ninguém vai desmanchar a que fez a seu modo", argumentou o bom Davi.

Eva denuncia
Tudo está muito certo, só que pra dar mais certo é preciso uma coisa chamada fiscalização. E foi nisso que também falou a Eva. Ela disse que no lugar de embarque e desembarque das clínicas há carros que nada têm a ver com o "pastel".

Falando em fiscalização, desta bucha o Cesinha Souza está livre. 

Campanha do descarte
Depois, Eva saiu do paraíso e pediu a todos que doem agasalhos à campanha, não sapato de salto e outras bugigangas que não espantam frio. Nem roupas que não servem a ninguém e que depois vão parar lá no canil, sem servir nem para as camas dos animais por estarem muito sujas.
Obs. Credinho! Que vergonha!

Alegre tristeza
E o Joel (PP) foi falar do trabalhador e inventou um paradoxo na hora. Lembrou que foi "uma tristeza 'comemorar' o Dia do Trabalho", já que temos tanto desemprego.

Pois é, ainda bem que  temos algumas assessorias dos deputados.

Pra fechar com "chave de mestra", Eva cobrou pelos convites para as festas nos Cras. Ela também queria ir, mas não recebeu nem um aviso.

Obs. Vai ver eles queriam que só os do PP fossem...

4 comentários:

  1. Perguntem à Dra. Eva, o que ela faz a respeito dos telefonemas que denunciam cachorros à solta durante a madrugada e de dia pelas ruas e calçadas, sem nenhuma responsabilização aos donos deles! Se ela fosse mais criativa e dinâmica, que não é o caso, deveria já abordar uma lei de responsabilização àqueles que não conservam seus animais em dia e dentro do seu espaço residencial... as ruas e calçadas já não são boas, ficam "melhor" ainda com urina, fezes, pulgas, carrapatos, lixo e incomodação pelas madrugadas com esses cachorros tentando entrar no teu pátio.....

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  2. Infelizmente as pessoas usam a campanha do agasalho para se desfazerem dos lixos, roupas sujas, urina, fezes, rasgadas, cortadas e por ai vai...
    Campanha do agasalho virou descarte de trapos, vergonha...

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  3. Acho engraçado,qual o problemas das roupas serem usadas,desde que estejam em bom estado,se estão guardadas a tempo não quer dizer que não são boas para o uso,quem pode doar roupas novas melhor para quem ganha e também para os donos de lojas.

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  4. A acessibilidade já era para existir em Santiago a muito tempo, pois, o péssimo calçamento que a cidade oferece as pessoas que andam normalmente e faltam realmente para os portadores de necessidades especiais, as escolas também tem o problema da falta de acessibilidade, o comércio em geral, temos que fazer Santiago ser mais solidária e pensar não só em lucro, mas sim no ser humano que paga seus impostos e mantém Santiago, pois, a cidade não oferece nada. Cade os empregos prometidos pelos diversos vereadores eleitos que iriam trazer empresas e indústrias, infelizmente não dá para acreditar em político, senhores vereadores na próxima eleição não contem com meu voto.

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