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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Pérolas da Câmara de Santiago


(J. Lemes)
Um bom público composto pelo seu Valentim, o Neca, o Guaiaca, e a Tati "Bianchini" compareceu à sessão. Esqueci de algum? Desculpem; é que é tanta gente... Ah, esqueci do Horácio e da Catiele.

Tadeu “Nogueira”
O Tadeu Machado (PP) desta vez não quis mudar o sexo de nem uma criança e partiu pras homenagens aos professores. Depois, em vez de dar algum nó, como na semana passada, disse “Tá - deu” e destacou as nogueiras e nozes. Quer que a região pare de dar nó e plante noz.

Batista do esporte
O Batista (PP) parabenizou um time - deve ser pela desclassificação -, elogiou a Fecoarti e pediu que tudo comece mais cedo no próximo ano para que seja possível trazer mais “recurso” (deve ser dinheiro). Aí leu uma mensagem para os professores. Como sabemos que ele “leu”? Ora, ele soletrou!

Contratempo(ral)
Rafael (PSD) elogiou a Fecoarti, o bom público, os votos da terra, digo, os cantores da terra. Ele também quer que a prefeitura faça um palco fixo para não dar contratempo(ral), o que acaba molhando todos os tarecos dos músicos. Depois elogiou um projeto do ex-prefeito Ruivo que não saiu do papel. Ah, não saiu? Por isso que ele elogiou?

Parque artificial
O artifício do Gildo (PP) é futricar naquilo que está andando bem. Detonou mais uma vez o Parque Zamperetti: “Aquilo não tem nada de natural, mas de artificial. Muita coisa está errada! Até a nascente foi prejudicada porque foi achatada por uma nova rua”, disse ele. Lembrou ainda que as capivaras que haviam lá, há tempos foram mortas a bala no mais.

As feiras podem fechar?
Gildo também lançou outra pulga. Disse que uma hora a Promotoria se azeda e manda fechar as feiras dos produtores por irregularidade, já que há uma lei (SIM) que não está sendo cumprida, fiscalizada, um dever da prefeitura. “Já pensou se fecham as feiras, o caos que seria para Santiago?”, disse ele.

Ripa e ripa
Clairton (PSDB) quer mais economia e criticou a indicação de outra pessoa para a área da Cultura. Sentou a ripa nos empresários que elevaram os estandes na Fecoarti para ficar mais alto que todo mundo, sem lembrar dos cadeirantes.

Homem pelado
Décio Loureiro (PP) voltou a falar do mosquito que infesta Santiago e que há lei permitindo multa a quem não cuida dos terrenos sujos e deixa água parada. Depois saudou os professores. Esses sim, educam! Isso é educação! E arrematou: “Criança passando a mão em homem pelado não é arte, é pedofilia!”

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