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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O mundo se afoga em lixo (e nós também)

(por J.Lemes) - Especialistas calculam que a produção de lixo no mundo deverá quase dobrar até 2025, saltando de 1 bilhão e meio de toneladas para 2 bilhões e meio. O lixo já invadiu terras, matas, lagoas, rios e até mares. O principal problema é o lixo formado por plásticos, metais e vidros, que não se desmancham no meio ambiente.

Em muitas cidades, o lixo já serve de renda por meio de cooperativas, exemplo de Santiago. Só que isso é muito pouco perto do montante produzido. Em Santiago são 30 toneladas por mês, tudo levado a Santa Maria pela “bagatela” de 4 milhões ao ano. Claro, se as pessoas separassem as cascas, a erva-mate e outros orgânicos (os jogando na horta ou em algum terreno), os milhões gastos baixariam bastante.

Tudo depende de uma coisa chamada cultura. Na Europa, se você não separar seu lixo, ninguém leva. Caso alguém jogue uma latinha na rua, terá que aguentar os olhares reprovadores e até xingamentos. Aqui tudo acontece e fica por isso. Sempre tem alguém jogando algum lixo na rua, em beira de estradas, rios... Essa de depositar sofás, camas e fogões velhos na rua é muito antiga. E pelo jeito vai longe...
Esses sofás é mais uma façanha de moradores da região. (Manoel Viana)

Um comentário:

  1. Ótima matéria tocou no assunto bem delicado tenho notado nos últimos meses que em Santiago vem aumentando o número de lixo em terrenos baldios e em frente às casas e em qualquer esquina já ouvi dizerem (joga lá) que a prefeitura retira, daí eu me pergunto a prefeitura estaria certa em fazer esse tipo de serviços na maioria das vezes para pessoas com condições de pagar um desses freteir os que fazem esse tipo de serviço muitas vezes para sustentar suas famílias. Digo mais a prefeitura fazendo esse tipo de serviço não está contribuindo em nada para combater o desemprego em nossa cidade e certamente deixando de aumentar a receita do município.

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