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quarta-feira, 9 de maio de 2018

A Modernidade Líquida para a política e religião

ARTIGO DO DIA
(J.Lemes) Quase tudo, desde a política às religiões, está destoado. Isso se embasa nas narrativas de Zygmunt Bauman e sua Modernidade Líquida e Pós-Modernidade. É a era do ter, parecer e não do ser. Cada dia temos que mostrar mais competência, força e poder ou alguém cruza na nossa frente e nos esmaga.

Hoje se vê a customização da política. Basta o candidato ter algo com o qual me identifique e está valendo. Já passo a amá-lo mesmo sem saber de suas outras capacidades ou incapacidades. Também passamos a amar o candidato B só porque odiamos o candidato A. Nessa roldana, misturamos todos os que pensam diferente.

A religião também é adaptada conforme nosso EU. O que nos serve, a gente destaca. A fé é ostentada como um troféu em faixas, adesivos, em tatuagens. Há uma necessidade de dizermos que temos fé. Assim, ela vai ocupando todos os lugares, menos no coração de alguns.

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