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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Giro crítico e político

Calaboca, Zé - Mourão!

O condenado, preso e libertado ex-ministro está sendo chamado de “o Mourão” do Haddad. A última dele foi dizer que era preciso “tomar o poder” e que o Ministério Público dever ser recolocado no seu lugar.

Os radicais - Dirceu é da ala radical do PT, diferente da Ala do candidato Haddad, que não gostou nada do discurso do “companheiro”.

Tramelas - Entre as mancadas dos bocas sem-tramelas, a mais braba foi essa do Zé. Ganhou de luz do Mourão.

Elenão(sim) - Enquanto muitos saem às ruas gritando “elenão”, elesim, outros tantos dizem que votam até no Daciolo, menos no PT.

Indecisos - Com a corrida eleitoral chegando ao fim, muitos saem às catas dos indecisos. Numa eleição polarizada como esta, os santos de Amoedo e de Álvaro Dias podem subir.

União - Aliás, a democracia é bonita graças a essa liberdade e dizer ele sim, ele não. O ruim é que não haverá união tão cedo. Vença quem vencer, é justamente disso que precisamos. UNIÃO!

No embalo da rede - O palco dos grandes embates desta eleição está sendo a rede social. Se você sair agora ali na rua será capaz de dizer que a eleição não será neste domingo.

Saco de pancada - Outro choro que ouço é que os demais candidatos parecem que vão aos debates só para falar do Bolsonaro. Não sei por que o apavoramento dos militantes. Isso sempre foi assim com quem lidera pesquisas.

Educação, cadê você! - A maioria dos que mandaram vídeo para o “Brasil que eu Quero” fala em educação. Parece que os candidatos não viram isso. Raríssimos tratam desse tema tão importante.

Debate na URI - Falando em debates, quarta é dia de acompanhar as propostas dos candidatos a deputado pela nossa região. Às 19h o Canal Expresso transmite diretamente da URI.

E no Estado? - Só falta a eleição para governador acabar norteando os trabalhos. Sim, porque parece que não há eleição no sul do Brasil.

Agora, o trânsito - Em Santiago eu contei muitos carros escolares parados nas faixas frente às escolas. Hoje ainda vi um na frente da Anjinho Travesso. As professoras ensinam lá dentro e eles “desensinam” lá fora.

Quebra-molas - Coisa acertada por demais foi a retirada dos redutores de velocidade. Eu sabia, desde quando foram instalados, que ninguém iria ser tão besta de pagar multas por tanto tempo para se manter aqueles tarecos caros. Deu no que deu. A conta ficou astronômica para a prefeitura.

Mordida - Viajei por todo o estado e notei que rara é a cidade que tem aqueles redutores. Em tempos de crise (e sempre estamos em crise) o velho quebra-mola acaba resolvendo. É horrível, mas alguém tem uma solução melhor?

Obs. O que é pior; uma freada no quebra-mola ou uma mordida no bolso?

Em tempo:
Palocci solta a língua

O site O Antagonista teve acesso ao acordo de colaboração que Palocci (PT) firmou com a Polícia Federal. O ex-ministro de Lula entregou detalhes do esquema de propinas na Sete Brasil, nas obras de Belo Monte, na compra de blocos de exploração na África e na relação entre o grupo Schahin, o PT e o instituto de pesquisas Vox Populi.

Revelado o esquema de propinas nos contratos de publicidade da Petrobras. Segundo ele, as empresas de marketing e propaganda destinavam cerca de 3% dos valores dos contratos ao PT através dos tesoureiros.

Bolsonaro e a ex
Enquanto isso, O PSL de Bolsonaro entrou na Justiça pedindo a retirada das bancas da última edição de VEJA em razão de reportagem que traz informações do processo envolvendo a separação dele e de sua segunda esposa.

A ex o acusou de ocultar patrimônio, receber “outros proventos” além dos salários de deputado e de militar, e de furtar um cofre no banco com joias e dinheiro pertencentes a ela.

O PSL também pediu a apuração de como a reportagem teve acesso a um processo que estava arquivado e tramitou em segredo de Justiça.


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