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sábado, 3 de novembro de 2018

Unesco lança campanha de combate a crimes contra jornalistas

Um jornalista é assassinado a cada quatro dias no mundo, com 1.010 mortes nos últimos 12 anos. Em nove de cada dez casos os assassinos ficam impunes. No Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, sexta (2), a Organização das Nações Unidas (Unesco) promove uma campanha mundial de conscientização.

Um grupo de especialistas independentes de direitos humanos da ONU pediu aos líderes mundiais que parem de incitar ódio e violência contra a mídia e garantam a punição aos responsáveis. O documento cita o caso do jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado no início deste mês.

Brasil não pune 
(quase) ninguém
A organização pediu apuração rápida para esclarecer o atentado contra Eduardo Braga (62 anos), proprietário e comentarista da Rádio União, de Jaguaruna (CE). Em 21 de setembro, ele foi baleado por pistoleiros que entraram no estúdio.

O Brasil aparece como um dos 14 países que menos pune os responsáveis pelo assassinato de jornalistas. Em 2017, houve uma morte e 116 jornalistas sofreram violência. De janeiro de 2018 até o primeiro turno das eleições foram 137 casos de agressões.

Um comentário:

  1. Problema é q no Brasil, apenas 6% dos homicídios são resolvidos. Temos 60 mil homicídios. Por que os jornalistas deveriam ter mais privilégios em comparação com o cidadão comum? A ONU diz q líderes espalham o ódio, mas o dizer dos jornalistas q podem fazer acusações sem provas e, mesmo q sejam mentiras, não sofrem qualquer sanção. Um erro jamais justificará outro, mas (em partes) a "má" imprensa comhe o q planta... Todos devem ser responsabilizados por seus crimes, inclusive os jornalistas devem ser criminalizados por suas calúnias... E calúnia não se encaixa em liberdade de expressão e/ou liberdade de imprensa.

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