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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

O velho choro pelo uso da palavra em festa pública

Os sem-palavra
Vira e mexe e o Bianchini (deputado pelo PR até 1º de fevereiro) surge falando que não lhe deram a palavra. Vejam agora, na festa de Santiago, ele sai em favor de Marcelo Brum (PSL) futuro deputado. Claro, falou no outro para não aflorar tanto a sua angústia pela vontade de falar. Vejam: 

Tudo pelo outro
“Na grande e merecida festa de aniversário de Santiago, achei uma falta de consideração não darem a palavra para ao primeiro deputado federal do município, o radialista Marcelo Brum. Ele tem 18 milhões de emendas para distribuir aos municípios que quiser”, disse Bianchini.

Ser ou não ser (deputado)
Acreditamos que nem todos deveriam falar, para não enjoar quem foi lá para se divertir. Porém, no caso e Bianchini, ele só passará seu cargo adiante no dia 1º de fevereiro, quando finalmente deixa de ser deputado.

Contraponto
Fomos atrás da explicação com a assessoria de comunicação do prefeito e soubemos o seguinte:

“O evento era para a cidade, para os santiaguenses. Assim, falaram apenas os responsáveis pelos poderes constituídos; prefeito e vice e presidente da Câmara. Caso fosse abrir aos demais, haveria, no mínimo, uns 10 para usar da palavra. Dessa forma, para não haver falha com ninguém, só os que detêm cargos falaram.”

Obs. Só resta um detalhe que pode ter gerado a polêmica: o fato de Bianchini ainda ser deputado, pois há quem diga que seu mando só foi até o dia 31 de janeiro de 2018.

A briga por palanque é antiga
Pra finalizar, observamos que esta de querer a palavra é coisa antiga. Sempre foi assim. Até lembrei que ao final da apuração na última eleição, o não eleito Marcelo Brum (que logo assume vaga de Onyx Lorenzoni) espraguejou a Rádio Santiago em rede social porque não lhe deram a palavra. São coisas da política...

3 comentários:

  1. Não criticando a festa que estava muito boa, mas fazendo uma observação quanto ao mi mi de falar dos deputados estadual e federal, se tivemos que aguentar a gritaria do pastor por uma hora e pouco, parecia que estávamos num culto e a finalidade da festa era outra. Os discursos dos reclamantes acredito que seria mais agradável de ouvir.

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  2. Falando na festa também me fiz essa pergunta. Cadê os nossos cantores da terra, entre eles Júlio Saldanha, Nenito Sarturi e se tratando da alegação de gente que está atuando na política o vereador Dionathan Farias. Acredito que o povo que lá compareceu queria ouvir uma boa música e nd mais. Culto de auto ajuda faz na Igreja e ouve quem está na Igreja não quem está num local público

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  3. Com certeza eu acho que quem quisesse assistir um culto ia na igreja e não em uma festa pública perderam a noção.Deus não é surdo nem toda a gritaria agrada a Deus mas sim as nossas atitudes

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