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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

"Sala das Margaridas atende a uma antiga luta"

A inauguração da "Sala das Margaridas", ocorrida na semana passada na Delegacia Santiago, foi muito bem-recebida pelas integrantes da Coordenadoria Municipal dos Direitos da Mulher. Conforme a coordenadora, Mara Machado, o local atende a uma antiga luta por melhor acolhimento às vítimas de violência doméstica. "É uma grande conquista para todas nós, principalmente neste cenário de tanta criminalidade contra as mulheres.

A criação desta sala se soma à nossa luta incansável pelo fim da violência doméstica e familiar e por respeito e proteção, que são nossas bandeiras", afirmou Mara. A "Sala das Margaridas" se tornou a primeira em delegacias no Estado por ambientar um local específico para atendimento das mulheres que buscam o apoio policial contra casos em que são vítimas.

Um comentário:

  1. Eu suponho que o nome Margarida, escolhido para dar nome a esta sala tenha vindo da saudosa Margarida Maria Alves (Alagoa Grande, 5 de agosto de 1933 — Alagoa Grande, 12 de agosto de 1983) foi uma sindicalista e defensora dos direitos humanos brasileira. Foi uma das primeiras mulheres a exercer um cargo de direção sindical no país.[1] Seu nome e sua história de luta inspiraram a Marcha das Margaridas, que foi criada em 2000.[2]

    Durante o período em que esteve à frente do sindicato local de sua cidade, foi responsável por mais de cem ações trabalhistas na justiça do trabalho regional, tendo sido a primeira mulher a lutar pelos direitos trabalhistas no estado da Paraíba durante a ditadura militar.[1]

    Postumamente, recebeu o Prêmio Pax Christi Internacional em 1988.[3] Todos os anos, na semana que antecede o dia 12 de agosto, na cidade de Alagoa Grande, a população traz à tona a memória da sindicalista, que foi a precursora feminina na Paraíba na defesa dos direitos dos trabalhadores do campo.

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