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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Giro político sobre as eleições 2018

Pela pacificação
O Brasil amanheceu satisfeito com as eleições. Por mais que existam contrários a quem venceu, o momento é de união para que uma nova pátria seja reconstruída. Pelas próprias palavras do novo presidente Jair Bolsonaro (PSL): "Agora devemos pacificar o país, sem nós contra eles, sem eles contra nós".

Discurso de presidente
Nos últimos dias de campanha já se notava um Bolsonaro mais calmo, atacando menos os opositores e falando muito em respeito à constituição. Era visto que o discurso de presidente começava a tomar forma.

Tema de estudos
Bolsonaro foi o cara que entrou no vácuo de um sistema que não deu certo. Soube usar as redes sociais e agora merece ser tema de estudos pelos cientistas políticos, pois é o maior fenômeno eleitoral dos últimos tempos.

Sem golpe de estado
O PT e tantos outros partidos que saquearam a Petrobras e parte do país levaram o troco. Uma resposta sem golpe de estado, uma resposta pelo voto. E se você, leitor, é contrário ao candidato vencedor e hoje está meio triste, alegre-se! O país precisa de você também.

Lula lá...
...na cadeia. Sem dúvida, o cidadão brasileiro mais desolado deve ser um cara chamado Luiz Inácio, o qual subiu a escada do sucesso e não soube descê-la.
(Haddad hoje parabenizou o novo presidente e desejou sucesso)

A ligação para Haddad

Aliados de Bolsonaro defendiam que assim que fosse eleito, que ligasse para Fernando Haddad (PT) A ideia é pregar a pacificação do país após as eleições. O vice do presidenciável do PSL, o general Hamilton Mourão, é um dos que defendem essa ação de  Bolsonaro.

O jovem governador 
Aqui no sul, a tradição prossegue; nada de reeleger ninguém no governo. Eduardo Leite (PSDB), um dos mais jovens governadores da história chega falando em salário pago na data, plano de carreira aos professores, apoio aos municípios... Esperança é o que não falta.

Ligações com a região
A região terá representantes nas duas esferas, estadual e federal. O ex-prefeito Ruivo (PP), por exemplo, deve somar-se ao governo de Eduardo Leite (PSDB) ou na Assembleia, visto que alguns deputados devem ocupar secretarias.

Enquanto isso, outros da região deixarão o governo. Veja essa matéria completa no Expresso desta sexta, 2.



Novo deputado federal
Na esfera federal, Marcelo Brum (foto) é o grande nome da região como deputado, já que ocupará a vaga de deputado Onyx Lorenzoni  (confirmado para a Casa Civl). Marcelo é do PSL.

Será ministro?
Luis Carlos Heinze (PP) pode ser ministro devido à expressiva votação ao Senado, pelo conhecimento na área da agricultura e por ser amigo do novo presidente. Inclusive, foi um dos que apareceu no Fantástico, no momento da comemoração na casa de Bolsonaro.

Outra liderança
Outro nome que surge como liderança na região é o de Amilton Ferreira. Hoje ele falou à Rádio Santiago. Lembrou que começou um trabalho meio desacreditado ao colocar o primeiro outdoor, mas depois conseguiu reunir inúmeros simpatizantes ao nome de Bolsonaro.

Venceu a família brasileira
Na reta quente da campanha, trouxe a Santiago o vice Hamilton Mourão. "É a vitória de quem não aguenta mais a carga tributaria tão alta. Venceu a família brasileira, venceu a dona de casa, venceu o produtor rural", disse o empresário, lembrando que é a primeira vez que se envolve numa causa política.

Olhares chineses
Já o prefeito de Santiago acompanhou de longe a movimentação eleitoral. Tiago Gorski (foto) está na China com mais três santiaguenses em busca de investimentos para a região.

Eleitores não querem arredam pé
A família de Bolsonaro pediu que eleitores aliados da campanha não fiquem concentrados na frente de sua casa, Barra da Tijuca. Centenas de eleitores e vendedores ambulantes estão aglomerados desde o início da tarde de domingo.



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