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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Uma mão condena, a outra defende

Você leu no Expresso
(J.Lemes) O senso comum não nos deixa entender que presidiário é gente como a gente. Gente que errou, mesmo assim, gente. O fácil é dizer que eles devem sofrer até morrer. Só que a mesma lei que o castiga é a mesma que o protege (ou deveria) contra dissabores à pessoa humana.

Santiago - A juíza Cecília Bonotto tem meu reconhecimento por isso. Assim como ela condena com mão firme, também se compadece com a situação do preso. Ela está corretíssima nas duas ocasiões em que usa seu martelo e sua caneta. Aliás, uma ação rara no estado, essa de ampliar em dobro as vagas e dar certa dignidade aos membros da nossa própria sociedade, talvez da nossa própria família.

Celebridades femininas
A juíza Cecília Bonotto recebeu uma placa do diretor do presídio, Marcelo Machado. A láurea é um reconhecimento pela brilhante iniciativa (quase milagrosa) de ter ampliado as vagas na casa prisional, obra que custou 800 mil.

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