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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Giro crítico e noticioso

Vão-se as árvores, ficam os tocos
Santiago - Outro dia falamos dos cortes de árvores que estragam calçadas. Dissemos que levam as plantas e ficam seus restos mortais; os tocos. A bióloga Andriele Perufo diz que a secretaria de Meio Ambiente está atenta e que vai cobrar ação dos moradores, já que essa tarefa é deles.

Mosca zoando na sopa e no ar
A propaganda de rua é legal, mas deve ser disciplinada; som moderado e com locais e horários apropriados. De tempos em tempos é dado uma dura em quem sai da linha, porém, eles voltam como se fossem a mosca na sopa do Raulzito.

Sonzeira infernal
Alguns nem empresas têm e saem anunciando a torto e a direito. Nâo sei quem suporta tais agudos e até quando. A propaganda, para ser bem feita, deve ser suave, deve agradar. Listas de preços que você tem que sair correndo atrás para ver qual é o mercado ou, loja não dá mais pra aguentar. Espanta em vez de atrair.

Obs. Mas como diz o vereador Rafael Nemitz; não está feliz?, a BR 287 é a serventia da cidade.  

Obras e obras na região
A recuperação das estradas estaduais 377 (Santa tecla e Capão do Cipó) e 168 (entre Santiago e Bossoroca) prosseguem. Em alguns trechos estão sendo colocadas novas camadas de asfalto e nova sinalização. Nos quilômetros, será um tapa-buracos muito bem feito, diz a direção do Daer.
Obs. Avisem o Daer que de Santiago a São Francisco já há enormes buracos na pista da 377.

Operação em Nova Esperança
Na manhã desta segunda os funcionários da Secretaria de Obras iniciaram um mutirão para tapar buracos na rua Redêncio Frizzo, entre a Policlínica e a frente da empresa Gobba Leather. Conforme o secretário Valmor Rosa, o material foi doado pelo Daer.

São Chico parece metrópole

A principal rua, a 13 de Janeiro, fica assim em horário de maior movimento. Até um policial vai para a avenida sinalizar em frente à escola Salgado Filho. Em São Chico também existe  o jeitinho da fila dupla; a pessoa para, liga o pisca alerta e pensa que está tudo dentro da lei.
CORREÇÃO
Era uma vez uma ponte...
Nós dissemos que pertinho do centro da cidade, cruza o rio Inhacundá. De águas limpas e calmas. Tudo maravilhoso. A reportagem disse ainda que estranhou essa obra à beira do rio. É que há muitos anos alguém teve a boa ideia de fazer uma ponte onde não havia nem rua ou estrada.

O leitor Guilherme de Oliveira Lopes entrou em contato para dizer que no local havia, sim, uma ponte. A enchente a levou e, aí, outra foi construída mais para baixo, ficando apenas a cabeceira da antiga.

2 comentários:

  1. Com relação a ponte fora do leito rio, essa prática era normal no passado para construção de pontes em pequenos riachos, sendo que após a conclusão da obra o leito do riacho era desviado para debaixo da ponte.

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  2. Excelente observação sobre o PÉSSIMO transito de São Francisco de Assis, entra Pedro ou Paulo na administração púbica e nada muda em relação ao trânsito, tenho a impressão que o departamento de trânsito serve apenas para receber o salário mensal, inclusive há vários projetos nas gavetas do legislativo.
    Zona azul? Gerar emprego? Implantar mão única? Gerar fluxo de veículos em outras ruas? Baixar aluguéis? Parece que ninguém em São Chico quer isso, infelizmente!

    E sobre a ponte, foi infeliz a sua observação, poderia muito bem buscar informação ao invés de publicar, no passado existiu uma ponte que ligava a Treze de Janeiro a rua que dava acesso a estrada de Manoel Viana/Alegrete, aconteceu uma enchente que derrubou a ponte, sendo construída uma nova alguns metros abaixo no outro acesso, com isso sobrou apenas as bases da ponte antiga.

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