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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

A revolução do automóvel

ARTIGO DA SEMANA


Muitos não ficam brabos se mexerem com sua mulher, mas com seu carro... Sim. O automóvel virou o sonho do brasileiro. A casa pode ser humilde, porém com um carro na garagem, mesmo que seu uso seja pouco devido ao preço da gasolina, ele está ali. 

(JOÃO LEMES) Sabia que até 1900, não havia um carro sequer? Que os primeiros só atingiam 30km/h e gastavam mais água que gasolina? É que bastava uma subidinha para o motor ‘ferver’. Também não andavam à noite porque os faróis eram a querosene e clareavam pouco.

Mulher não dirigia. Era preciso ser mecânico. E quando um pneu furava, haja força para trocá-lo. A pessoa se sujava toda. Até para dar partida no veículo tinha que ter músculos. Caso a manivela escapasse, poderia decepar um braço.

O professor Geoffrey Blainey em seu livro “Breve História do Século XX”, diz que os primeiros carros causaram alvoroço em Nova Iorque em 1902. Todos se queixavam do barulho, do mau cheiro e da correria que ameaçava pedestres e cavalos.

O americano Henri Ford foi um dos pioneiros. Seus carros ganharam o mundo. Em pouco tempo, o jovem que se criou no campo era o mais comentado do planeta. Em 1930, seus modelos já tinham teto e vidros nas janelas, freios hidráulicos, motores mais silenciosos... Em Santiago, teve gente vendendo até três quadras de campo pra comprar um carro.

A evolução do automóvel foi tanta que hoje quase todos têm um (dois ou três). As ruas estão cheias. Não se sabe o que fazer com os antigos. Até as fábricas estão lotadas sem ter para quem vender. E quanto ao mau cheiro e barulho? Bom, isso é coisa do passado. O que incomoda hoje são as músicas em alto volume e a falta de lugar para estacionar. Ah! A correria e o perigo continuam também...

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