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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Morte de diarista mostra limitações da Lei Maria da Penha

Ela chegou a procurar a Brigada para registrar ocorrência de perseguição, mas não teria direito a medidas protetivas  porque não mantinha relação íntimas de afeto com o assassino. 

Canela - O assassinato da diarista Roselane Cândida da Silva, 45 anos, trouxe à tona um debate sobre as limitações da Lei Maria da Penha. Ela foi morta com quatro tiros por um conhecido que a perseguia há um mês. A diarista chegou a procurar a Brigada para registrar ocorrência de perseguição, mas não teria direito a medidas protetivas  porque não mantinha relação íntimas de afeto com seu assassino. No sábado, estava na fila do supermercado com o marido quando levou quatro tiros. Ele fugiu, mas acabou suicidando-se a poucas quadras. (Zero Hora)

2 comentários:

  1. E Daí, poderia ser evitado o assassinato? claro sim pra mi prevenções é tudo.

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  2. Essa e há lei porca do nosso Brasil infelizmente mais uma vítima do sistema porco do nosso brasil

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