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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Será que o Brasil terá que enviar tropas contra o Irã?

Bolsonaro erra ao se alinhar aos EUA contra o Irã, diz clérigo brasileiro
Xeque Rodrigo Jalloul diz que "falta inteligência" na estratégia do governo do Brasil, mas não prevê riscos iminentes à segurança nacional
O Brasil rompeu com uma imagem de neutralidade nas questões internacionais e deu apoio à ação dos EUA que matou o general iraniano. O presidente Bolsonaro disse que a vida de Soleimani "era voltada em grande parte para o terrorismo" e a posição do Brasil é se aliar a qualquer país do mundo no combate ao terror. (Texto de Humberto Trezzi - Grupo RBS).

Generais brasileiros da ativa e da reserva consideram "uma temeridade" esse alinhamento imediato do Brasil aos EUA. Ao fazer isso, os brasileiros se tornam possível alvo de represálias comerciais e/ou terroristas. Esse posicionamento também vai contra o direito internacional, no que diz respeito ao assassinato de uma autoridade de uma nação. E, por último, porque a recíproca dos EUA, em termos de apoio, não tem acontecido. Ao contrário: o governo norte-americano continua com ações comerciais que prejudicam os empresários brasileiros.

Obs. Essa é a opinião que os militares ouvidos pela rádio Gaúcha. Mas existe outra que eles não declaram publicamente. Temem que o governo dos EUA exija do Brasil comprometimento em ações bélicas contra o Irã.

NOVA PAUTA -  HUMOR
Governo brasileiro muda orientação 
e agora quer evitar falas polêmicas
A decisão foi tomada depois que a encarregada de negócios da embaixada do Brasil em Teerã, Maria Cristina Lopes, foi convocada pelo governo iraniano a dar explicações sobre a nora do Itamaraty apoiando os EUA. O comunicado associava o Irã ao terrorismo, após a morte do general Qassem Soleimani.

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